Adesão de greve dos Professores das escolas estaduais em Quixadá, Choró e Banabuiú

greve dos professores do Ceará.A categoria pede reajuste de 10,67% da inflação e 2% de ganho real.Foto Apeoc.

Professores da rede pública estadual do Ceará começaram o primeiro dia de paralisações nesta segunda-feira (25), em greve aprovada em assembleia na última quarta-feira por tempo indeterminado. A categoria reclama que a data-base da categoria, de 1º de janeiro, não foi respeitada e reivindica reajuste de 12,67%, entre outros itens. O Governo do Estado prevê para junho uma posição sobre remuneração dos profissionais do magistério.

Profissionais das escolas estaduais localizadas em Quixadá, Banabuiú e Choró já aderiram à greve e outros municípios poderão aderir nos próximos dias.

Por ser o primeiro dia de greve, o Sindicato Apeoc e a Secretaria da Educação do Ceará (Seduc) ainda não têm balanço de adesão dos professores. A greve pode afetar cerca de 445 mil alunos, maioria no ensino médio, em aproximadamente 700 escolas. No Ceará, são cerca de 13.800 professores efetivos e 10 mil temporários.

Na manhã desta segunda, o vice-presidente do sindicato, Reginaldo Pinheiro, visitou na escola Jenny Gomes, em Fortaleza, para convocar profissionais e conversar com alunos. Mobilizações como esta estão previstas para esta terça-feira (26) e quarta-feira (27), em encontros zonais na capital e no interior, para tratar de encaminhamentos. Está agendado para quinta-feira (28), às 9 horas, um ato no Palácio da Abolição para pressionar o governo.

A categoria pede reajuste de 10,67% da inflação e 2% de ganho real. “Estamos há 116 dias sem reajuste. Não aceitamos pagar pela crise. A greve que não é só por uma questão remuneratória”, apontou o vice-presidente do sindicato.

Ele informou que, na última assembleia, os professores rejeitaram a proposta de recursos específicos do Fundeb de R$ 18 milhões anualizados para valorização da remuneração dos profissionais do magistério. “Significa em torno de R$ 100 por mês. É uma proposta indigna”, avaliou. Reginaldo reforçou que a reposição das aulas deve ser posteriormente negociada com a comunidade escolar e com o governo.

Em nota, a Secretaria da Educação informou que o Governo do Estado está em “permanente diálogo com os representantes dos profissionais do magistério”.

Leia a nota na íntegra:

“Dando sequência aos diversos encontros para tratar da valorização dos professores, a Comissão de Negociação composta por representantes do Governo do Estado, por meio das Secretarias de Governo, da Educação (Seduc) e Planejamento e Gestão (Seplag) esteve reunida na última terça-feira, dia 19, com o Sindicato Apeoc. Durante o encontro, o Sindicato apresentou a pauta de reivindicações da categoria que considerou como questão central o reajuste diferenciado para os profissionais do magistério.

O Governo lembrou que o Ceará vem honrando todos os compromissos assumidos com todas as categorias, sobretudo com os professores. Sobre a reivindicação de reajuste, há recursos específicos  para a valorização da remuneração dos profissionais do magistério. Uma posição a respeito está prevista para divulgação no dia 06/06/2016. Com relação aos demais pontos da pauta, o Governo apresentou propostas e informações à categoria sobre cada um dos itens reivindicados. As negociações irão continuar”.

(*Informações do G1)

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